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História do casal para casamento: 12 textos para inspirar

Como escrever a secção «a nossa história» do convite ou do site de casamento: estrutura, extensão, voz, tom, o que deixar de fora e 12 textos para adaptar.

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Billet Doux · Uma carta de amor dobrada para os vossos convidados, aberta à hora douradaVer Billet Doux
Índice
  1. O que é a secção «a nossa história»?
  2. A estrutura que funciona: quatro tempos
  3. Que extensão deve ter a vossa história?
  4. 5 perguntas antes de escrever
  5. Quem escreve: «nós» ou a terceira pessoa?
  6. Terno, divertido, poético ou formal: escolham um tom
  7. O que deixar de fora
  8. Como contar o pedido
  9. Uma cronologia em vez de parágrafos
  10. A vossa história em duas línguas
  11. 12 textos da história do casal para copiar
  12. A vossa história dentro de um convite desenhado
  13. A versão de duas linhas para o Save the Date
  14. Perguntas frequentes

Para escrever a história do casal no convite ou no site de casamento, contem-na em quatro tempos: como se conheceram, o momento em que tudo mudou, o pedido e porquê este dia e este lugar. Bastam 80 a 150 palavras (duas linhas para o Save the Date), escritas a quatro mãos, na primeira pessoa do plural, e sem nada que a vossa avó não deva ler.

A seguir: estrutura, extensão, voz, tom, o que evitar, o pedido, uma cronologia, duas línguas, 12 textos para copiar e como um convite desenhado dá forma à vossa história.

O que é a secção «a nossa história»?

«A nossa história» é a secção curta de um convite ou site de casamento em que contam aos convidados como se conheceram e como chegaram até aqui. É opcional (o nosso guia sobre o que colocar no convite de casamento lista o indispensável), mas é a secção que os convidados leem duas vezes. Os amigos sabem como se conheceram, os sogros conhecem o pedido, a avó talvez não saiba nem uma coisa nem outra: a história dá a todos os mesmos capítulos antes do grande dia.

No site de casamento tem muitas vezes página própria; num convite digital é uma secção entre a capa e o programa. A nossa comparação entre site de casamento ou convite digital explica o que vai para onde. E o mesmo texto serve a quem celebrar a cerimónia, se for um amigo, ou ao padrinho que vai discursar no copo-d'água.

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No Billet Doux, o convite inteiro é uma carta de amor selada com lacre cor de alperce, e a secção «A nossa história» é a própria carta, em letra manuscrita.

A estrutura que funciona: quatro tempos

A história do casal para o casamento precisa de quatro tempos, por esta ordem: como se conheceram, a viragem, o pedido e porquê este dia. Cada tempo cabe numa ou duas frases. Saltem um se não tiver nada a dizer; nunca acrescentem um quinto.

TempoA pergunta a que respondeFrase de exemploPalavras
1. Como nos conhecemosOnde, quando e o pormenor que o torna vosso«Conhecemo-nos na fila do último Alfa Pendular para o Porto, ambos com o bilhete errado.»20–40
2. A viragemQuando um encontro passou a ser vocês os dois«Algures entre Coimbra e Aveiro, deixámos de ser desconhecidos.»15–30
3. O pedidoQuem pediu, onde, e um pormenor sensorial«Seis anos depois, o Tiago ajoelhou-se no mesmo cais, à chuva, com um anel e um pastel de nata.»20–40
4. Porquê este diaPorquê esta data, este lugar, estas pessoas«Casamos no Douro, a meio caminho entre as nossas famílias, e queremos que lá estejam.»20–40

O quarto tempo é o que os casais esquecem e aquele de que os convidados mais precisam: transforma uma memória num convite.

Que extensão deve ter a vossa história?

No convite ou numa secção do site, entre 80 e 150 palavras; no Save the Date ou na capa, uma ou duas linhas. É mais ou menos a atenção que um convidado dá a uma secção no telemóvel.

Onde apareceExtensãoO que manter
Save the Date ou capa do convite1–2 linhas (10–25 palavras)Uma imagem: o encontro ou o pedido
Secção «a nossa história» de um convite digital80–150 palavrasOs quatro tempos, uma ou duas frases cada
Página própria no site de casamento150–300 palavras, ou uma cronologiaOs quatro tempos e dois ou três marcos
Notas para quem celebra ou discursaO que quiseremTudo o que gostariam de ouvir dito em voz alta, partilhado em privado

5 perguntas antes de escrever

Respondam a estas cinco perguntas separadamente e depois comparem. Onde as respostas coincidem, está a vossa história.

PerguntaPorque importaUma resposta numa linha
1. Onde e quando nos conhecemos?Primeiro tempo: a cena«Na cozinha de um amigo, no aniversário dele, em março de 2019»
2. Quando é que soubemos?Segundo tempo: a viragem«Na noite do apagão, a conversar até às quatro»
3. Como foi o pedido?Terceiro tempo, ou uma decisão a dois«Numa caminhada, lá em cima, sem fôlego»
4. Porquê este lugar e esta data?Quarto tempo: o convite«Foi onde os avós dele casaram»
5. O que queremos que os convidados sintam?O tom«Que sempre fizeram parte disto»

Quem escreve: «nós» ou a terceira pessoa?

Escrevam juntos, na primeira pessoa do plural, a não ser que o convite seja formal ou feito pelos pais. «Conhecemo-nos na faculdade» é caloroso e soa a vocês. A terceira pessoa («A Inês e o Tiago conheceram-se na faculdade») é mais formal e combina com convites que já falam de vocês («Rui e Isabel têm o prazer de convidar V. Ex.ª para o casamento da sua filha Inês com Tiago…»).

  • Mantenham uma só voz até ao fim. Não comecem em «nós» para acabar em «o Tiago e eu».
  • Leiam-na em voz alta um ao outro. O que um de vocês não diria salta logo à vista.
  • Mostrem-na a quem convida, sobretudo aos pais. Poupa uma conversa mais tarde.

Terno, divertido, poético ou formal: escolham um tom

Manter o mesmo tom da primeira à última linha importa mais do que o tom escolhido. Eis o mesmo encontro em quatro tons:

TomO mesmo momento
Terno«Conhecemo-nos numa livraria, numa terça-feira de chuva, a estender a mão para o mesmo exemplar gasto. Nenhum de nós o largou.»
Divertido«Conhecemo-nos a disputar o mesmo livro. O Tiago jura que o viu primeiro. Não viu.»
Poético«Uma terça de chuva, um livro, duas mãos. O resto continuamos a escrever.»
Formal«A Inês e o Tiago conheceram-se numa livraria do Porto, numa tarde de chuva de 2018.»

Ajustem o tom ao convite: uma história brincalhona debaixo de um dress code de rigor destoa. Para fechar com uns versos, as nossas frases de amor para convite de casamento reúnem poemas em domínio público que assentam bem por baixo de uma história.

Uma história terna merece um convite que diga o mesmo antes da primeira palavra: um roseiral à hora dourada, um laço de seda para desatar, portões abertos sobre uma passadeira de velas, uma subida por entre as nuvens. O nosso guia de convites de casamento românticos mostra os sete designs românticos.

O que deixar de fora

Deixem de fora o que precisa de explicação, o que envergonha alguém e o que um avô não deva ler. O vosso chefe, a vossa avó e o vosso amigo mais antigo vão lê-la na mesma noite.

  • Ex-namorados, nem mesmo como «depois de um ano difícil». Alguns convidados sabem os nomes.
  • Piadas internas. Se a graça precisa de contexto, cortem.
  • Pormenores a mais: um pormenor por tempo, não o nome de cada bar.
  • Nada que um avô não deva ler.
  • Dinheiro e momentos privados de outros (o divórcio de um amigo, uma doença na família) sem autorização.
  • Discussões sobre os factos. Se ainda discutem quem mandou mensagem primeiro, façam disso a piada ou tirem-no.

Como contar o pedido

Contem o pedido em duas ou três frases: onde, quem pediu e um pormenor. Os convidados não precisam do plano, só do momento:

Cinco anos depois desse primeiro jantar, numa praia gelada da Costa Vicentina, o Tiago ajoelhou-se na areia e uma onda molhou-lhe as calças antes de a Inês conseguir responder. Ela disse que sim na mesma.

Se não houve pedido, digam-no: «Decidimos ao pequeno-almoço, num domingo qualquer» é tão verdadeiro como qualquer joelho na areia. Se pediram os dois, também é uma história: «Cada um tinha um anel no bolso. Nenhum sabia.»

Uma cronologia em vez de parágrafos

A cronologia serve bem um site de casamento, uma relação longa ou casais que preferem enumerar a escrever. Cinco ou seis datas, uma linha cada:

2016 · Conhecemo-nos num seminário de Filosofia. A Inês contesta tudo o que o Tiago diz.
2020 · Finalmente a mesma cidade, e um T0 minúsculo em Lisboa.
2023 · Chega a Olívia, a cadela.
2026 · O Tiago faz o pedido no alto da Serra da Estrela.
2027 · Casamos. Estão convidados.

A última linha é o essencial: a cronologia acaba com o convidado lá dentro.

A vossa história em duas línguas

Escrevam a história uma vez em cada língua, em vez de a escrever uma vez e traduzir. Expressões como «foi amor à primeira vista» raramente sobrevivem à tradução literal, e o humor é a primeira vítima. Peçam a alguém de cada família que a reconte na sua língua, com os mesmos nomes e os mesmos quatro tempos. Se metade dos convidados está no Brasil, vale a pena uma leitura brasileira; em árabe, uma história contada sobre o casal usa o dual (التقيا, «os dois conheceram-se»). O nosso guia de convite de casamento em inglês tem textos lado a lado para sete pares de línguas.

12 textos da história do casal para copiar

O nosso atelier escreveu estes 12 exemplos para este guia; os nomes são fictícios, não são casais reais. Troquem nomes, lugares e pormenores, e cortem até à vossa medida.

1. Conhecemo-nos na universidade

Conhecemo-nos no segundo ano, em Coimbra, numa aula às oito que nenhum de nós escolheu. O Tiago sentou-se ao lado da Inês porque era a única cadeira livre. Discutimos um semestre inteiro, estudámos juntos três anos e depois deixámos de fingir que só estudávamos. Agora casamos a duas ruas daquela sala, e gostávamos muito que as percorressem connosco.

2. Conhecemo-nos numa app de encontros

Fizemos match numa terça-feira, e a primeira mensagem da Beatriz foi uma pergunta sobre o cão do Rui. O primeiro café transformou-se num jantar, e o jantar num passeio até um autocarro que o Rui deixou passar de propósito. Conhecemo-nos como tantos casais hoje, e contamo-lo com orgulho. Quatro anos depois, dizemos que sim no jardim do nosso terceiro encontro.

3. Amigos de infância

Os nossos pais emigraram para França, e todos os agostos voltávamos à mesma aldeia em Trás-os-Montes: bicicletas, festas da aldeia e jantares na casa da avó Rosa. Crescemos em cidades diferentes, mas o verão era sempre nosso. Num desses agostos, a Ana olhou para o João do outro lado do largo e viu alguém novo. Vinte anos depois, casamos na igreja da aldeia, em agosto, claro.

4. Apresentados por amigos

A nossa amiga Sofia passou um ano a falar-nos um do outro. Encontrámo-nos finalmente num arraial dos Santos Populares, em Alfama, onde ela nos sentou lado a lado e passou a noite a fingir que não estava a ver. Antes das sardinhas acabarem, já planeávamos uma viagem. A Sofia nunca mais nos deixou esquecer, e mereceu: vai estar ao nosso lado quando dissermos que sim.

5. Colegas de trabalho

Conhecemo-nos no primeiro dia de um projeto que ia durar três semanas. Durou dois anos; nós, mais. A Rita reparou que o Miguel trazia sempre dois cafés da máquina para a reunião das nove, e o Miguel reparou que ela nunca perguntava para quem era o segundo. No jantar de Natal, toda a gente jurou que já sabia há meses. Agora queremos que saibam como deve ser, a 12 de junho.

6. À distância

Nos nossos dois primeiros anos, separavam-nos 1.700 quilómetros: a Joana em Lisboa, o André no Luxemburgo. Tínhamos um calendário de voos, uma playlist partilhada e mais despedidas no aeroporto do que conseguimos contar. Na primavera passada, finalmente, uma só casa. Agora queremos deixar de contar quilómetros e começar a contar anos, convosco no primeiro.

7. Conhecemo-nos em viagem

Conhecemo-nos num voo para os Açores que ficou nove horas retido por causa do nevoeiro. A Catarina partilhou a tomada de carregar o telemóvel; o Duarte partilhou as suas queijadas. Quando finalmente aterrámos em Ponta Delgada, já tínhamos combinado jantar. Mudámos os planos, depois os bilhetes de regresso, depois as cidades. Voltamos a São Miguel para casar, e desta vez com folga no horário.

8. Uma segunda oportunidade

Conhecemo-nos aos vinte anos e não era o momento: cidades diferentes, planos diferentes. Doze anos depois, o casamento de um amigo sentou-nos à mesma mesa, e conversámos como se o tempo não tivesse passado. Desta vez estamos prontos, gratos pelos anos que fizeram de nós quem somos e felizes por começar os próximos com todos vocês por perto.

9. Segundo casamento e família recomposta

Conhecemo-nos ao portão da escola, dois pais atrasados numa segunda-feira de manhã. Os nossos filhos ficaram amigos antes de nós, e vão dizer-vos que o resto foi planeado por eles. Hoje somos quatro filhos, dois cães e uma mesa de cozinha muito comprida. A 4 de setembro tornamo-lo oficial, e serão eles a levar-nos até ao altar.

10. Apresentados pelas nossas famílias

As nossas famílias são amigas há trinta anos, desde que os nossos avós vieram juntos de Cabo Verde para Lisboa. Os nossos pais apresentaram-nos num almoço de domingo, na esperança de que nos déssemos bem. Demo-nos, devagar e depois de repente. Estivemos muitas vezes juntos rodeados das nossas famílias antes de estarmos a sós. Com a bênção das duas famílias, casamos em Lisboa em setembro, e seria uma honra celebrar convosco.

11. A cadela (e o vizinho)

Tudo começou com a Pipoca, a cadela do Henrique, que num domingo fugiu para o quintal da Leonor, ao lado. A Leonor foi devolvê-la. No domingo seguinte a Pipoca fugiu outra vez, e no outro, e ao quarto domingo o Henrique já tinha desistido de arranjar a rede. Hoje partilhamos um quintal, uma rede que continua furada e uma cadela muito satisfeita consigo mesma. Vai levar as alianças.

12. Uma versão curta e poética

Uma rua, duas janelas, mil fins de tarde.
Vizinhos, depois amigos, depois casa um do outro.
A 18 de setembro de 2027, junto ao mar, diremos o resto em voz alta.

A vossa história dentro de um convite desenhado

Num convite digital desenhado, a vossa história não é um parágrafo numa caixa: cada design dá-lhe uma forma própria.

  • Billet Doux: uma carta em pergaminho, datada do local do casamento, que começa por «Queridos amigos e família,» e termina com «Com todo o nosso amor, vossos,» por cima dos vossos nomes, junto a uma flor prensada e ao lacre partido. O nosso casal de demonstração, Camille e Mateo, recorda nela as cartas semanais do primeiro ano à distância.
  • Chapitre: um volume de marroquim verde cujo frontispício se compõe linha a linha: a história de vocês os dois.
  • Écrin: um estojo de anel que se torna uma caixa de música, onde a vossa história se guarda num medalhão.
  • Carré: um carré de seda composto para vocês os dois, onde a vossa história é a maqueta do desenhador.

A forma muda o que convém escrever: uma carta pede a versão terna, um livro aceita uma cronologia, um medalhão pede a curta e poética. Para pôr uma fotografia ao lado da história, o nosso guia de convites de casamento com fotografia explica quais resultam e onde.

Não têm de a escrever sozinhos. Na Veiloria, o vosso designer escreve cada secção à volta do vosso casamento, pela vossa ordem e nas vossas línguas. Enviem-nos a matéria-prima (as vossas cinco respostas, um rascunho, algumas memórias) e nós damos-lhe forma segundo o design. Leem tudo numa prova privada, nada é partilhado antes da vossa aprovação e têm 2 rondas de revisões no Essential, 4 no Premium e 7 no Bespoke.

A versão de duas linhas para o Save the Date

Um Save the Date leva os vossos nomes, a data, o lugar e, no máximo, uma linha de história. Escolham uma só imagem dos vossos quatro tempos e fiquem por aí:

Dez anos depois de uma aula às oito,
Inês & Tiago vão casar.
Sábado, 12 de junho de 2027 · Coimbra
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O Save the Date Billet DouxUma carta de amor dobrada para os vossos convidados, aberta à hora douradaAbrir o Save the Date

O Save the Date do Billet Doux repete a abertura do convite. O nosso guia de texto save the date casamento tem mais 40 frases, o do save the date digital explica quando o enviar e o de texto convite de casamento cobre todas as outras secções à volta da vossa história.

Perguntas frequentes

O que escrever na história do casal para o casamento?

Contem como se conheceram, o momento em que se tornou amor, o pedido e porque escolheram este dia e este lugar, numa ou duas frases cada. Terminem com uma linha que inclua os convidados, como «e queremos que lá estejam».

Que extensão deve ter a história do casal no site de casamento?

Apontem para 80–150 palavras numa secção do site ou do convite, e uma ou duas linhas no Save the Date. Uma página própria pode chegar às 300 palavras ou transformar-se numa cronologia. Mais curto é quase sempre melhor: a maioria dos convidados lê no telemóvel.

A história do casal escreve-se na primeira ou na terceira pessoa?

A primeira pessoa do plural é a escolha mais natural e soa a vocês. A terceira pessoa («A Inês e o Tiago conheceram-se…») combina com convites formais, sobretudo quando são os pais a convidar. Escolham o que escolherem, mantenham a mesma voz até ao fim.

Podemos dizer que nos conhecemos numa app?

Sim, e com orgulho: hoje muitos casais conhecem-se online. Digam o nome da app ou não, e gastem as palavras no primeiro encontro, que é a melhor parte da história.

O que não se deve pôr na história do casal?

Ex-namorados, piadas internas, dinheiro, tudo o que é íntimo e os momentos privados de outras pessoas. Um bom teste: ficariam à vontade se a vossa avó a lesse em voz alta? Se não, cortem.

Do atelier

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